Ao receber o diagnóstico de epilepsia a família geralmente se desestrutura pois fica assustada e com medo, suas relações são afetadas,há um impacto sócio-econômico, entre outros fatores.
A sociedade deveria receber o portador de epilepsia, mas isso não acontece.
Tanto família quanto sociedade podem evitar comportamentos inadequados que levem á construção de estigma.
A ONG ASPE dá um exemplo em como formar um grupo de debates sobre epilepsia com os objetivos de inserir essas pessoas na sociedade,eliminar estigmas , informar e agir efetivamente. Esse grupo deverá seguir os seguintes passos:
1 - informações gerais - convidar participantes,
- escolher dia e horários fixos e determinar o local,
- estabelecer o tempo de até 1 hora de encontro,
- grupos abertos e de participação voluntária.
2 - acolhimento - apresentação dos participantes
- estabelecer objetivos do grupo
3 - apresentação do tema - considerações gerais - o que é; crises; causas; tratamentos; cuidados durante e
após a crise
4 - troca de experiências - permite a análise das principais dificuldades enfrentadas
5 - discussão das ações - como melhorar a qualidade de vida
6 - fechamento do grupo - retomada das questões e marcação para o próximo encontro.
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