O que os alunos sabem sobre epilepsia?
Para responder a essa questão a professora Paula pesquisou e como resultado apenas 4 das 29 crianças com 10 anos de idade entrevistadas sabiam que a epilepsia era uma doença que enrola a língua e pode matar. Com esse resultado percebeu-se a importância de levar informações adequadas às pessoas, tanto professores quanto alunos, para se evitar a construção do preconceito e do estigma. As ideias mais comuns normalmente são as erradas.
O aluno com epilepsia precisa sentir-se inserido na escola. Quanto mais aceito ele for melhor suas chances de desenvolver-se plenamente. O papel social do professor é essencial neste processo. Colocando o aluno com epilepsia na condição de igualdade com os demais possibilita o desenvolvimento pleno de todos os alunos.

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