Nesta última VA do módulo o professor Li Li Min fala sobre a campanha global Epilepsia Fora das Sombras que tem como objetivo estabelecer políticas públicas voltadas à epilepsia.
Discorre sobre um projeto demonstrativo realizado pela ASPE nas regiões de Campinas e São José do Rio Preto. Este estudo epidemiológico e de eficácia no tratamento , e tinha como objetivo desenvolver um modelo de atendimento integral de pessoas com epilepsia nas unidades básicas de saúde.
Após 4 anos de estudo concluiu-se ser possível o atendimento de pessoas portadoras com epilepsia nas unidades básicas de saúde.
sábado, 25 de junho de 2011
VA 27 - Interação social: família e sociedade
Ao receber o diagnóstico de epilepsia a família geralmente se desestrutura pois fica assustada e com medo, suas relações são afetadas,há um impacto sócio-econômico, entre outros fatores.
A sociedade deveria receber o portador de epilepsia, mas isso não acontece.
Tanto família quanto sociedade podem evitar comportamentos inadequados que levem á construção de estigma.
A ONG ASPE dá um exemplo em como formar um grupo de debates sobre epilepsia com os objetivos de inserir essas pessoas na sociedade,eliminar estigmas , informar e agir efetivamente. Esse grupo deverá seguir os seguintes passos:
1 - informações gerais - convidar participantes,
- escolher dia e horários fixos e determinar o local,
- estabelecer o tempo de até 1 hora de encontro,
- grupos abertos e de participação voluntária.
2 - acolhimento - apresentação dos participantes
- estabelecer objetivos do grupo
3 - apresentação do tema - considerações gerais - o que é; crises; causas; tratamentos; cuidados durante e
após a crise
4 - troca de experiências - permite a análise das principais dificuldades enfrentadas
5 - discussão das ações - como melhorar a qualidade de vida
6 - fechamento do grupo - retomada das questões e marcação para o próximo encontro.
A sociedade deveria receber o portador de epilepsia, mas isso não acontece.
Tanto família quanto sociedade podem evitar comportamentos inadequados que levem á construção de estigma.
A ONG ASPE dá um exemplo em como formar um grupo de debates sobre epilepsia com os objetivos de inserir essas pessoas na sociedade,eliminar estigmas , informar e agir efetivamente. Esse grupo deverá seguir os seguintes passos:
1 - informações gerais - convidar participantes,
- escolher dia e horários fixos e determinar o local,
- estabelecer o tempo de até 1 hora de encontro,
- grupos abertos e de participação voluntária.
2 - acolhimento - apresentação dos participantes
- estabelecer objetivos do grupo
3 - apresentação do tema - considerações gerais - o que é; crises; causas; tratamentos; cuidados durante e
após a crise
4 - troca de experiências - permite a análise das principais dificuldades enfrentadas
5 - discussão das ações - como melhorar a qualidade de vida
6 - fechamento do grupo - retomada das questões e marcação para o próximo encontro.
VA 24 - Papel das ONGs e associações de epilepsia
Somente o governo não consegue suprir as necessidades , por isso é necessário o trabalho de ONGs e associações no preparo de encontros nacionais, seminário, cursos e palestras para a conscientização sobre epilepsia.
A ONG ASPE - Assistência a Saúde de Pessoas com Epilepsia promove, desde 2003, encontros anuais, mantém uma revista chamada Sem Crise, onde publica artigos com linguagem mais acessível . Mantém , também, um gibi, O Mundo de Cris, voltado para o público adolescente.
Além dos encontros e publicações realizou os projetos:
- Projeto 1.00 líderes - com o objetivo de treinar líderes comunitários;
- Projeto Conexão- para ampliar as redes sociais e as parcerias com a comunidade;
- Projeto GIS - grupo de interação social.
A ONG ASPE - Assistência a Saúde de Pessoas com Epilepsia promove, desde 2003, encontros anuais, mantém uma revista chamada Sem Crise, onde publica artigos com linguagem mais acessível . Mantém , também, um gibi, O Mundo de Cris, voltado para o público adolescente.
Além dos encontros e publicações realizou os projetos:
- Projeto 1.00 líderes - com o objetivo de treinar líderes comunitários;
- Projeto Conexão- para ampliar as redes sociais e as parcerias com a comunidade;
- Projeto GIS - grupo de interação social.
VA 23 - Estigma
O conceito de estigma atualmente utilizado é o descrito por Goffman . Para ele existem três tipos de estigma:
- anormalidade do corpo - as marcas visíveis;
- culpa de caráter individual - como o alcoolismo e uso de drogas, entre outros;
-estigmas de raça e religião.
Em 2001 Reingold ampliou os tipos de estigma para:
- por comportamentos;
-anormalidades funcionais:
-doenças contagiosas;
- outros.
Os principais tipos de estigma podem ser visíveis, qualquer pessoa pode detectar, e invisíveis, necessita de conhecimento mais detalhado para visualiza-los.
Link & Phelan defendem 5 processos sociais como produtores de estigma:
- distinção das diferenças- rótulos;
- percepção da pessoa de que há algo de errado nela;
- separação dos " rotulados";
- discriminação;
- produção social do estigma.
Ablon já define outro modelo, em 5 dimensões:
- natureza da condição;
- fontes que criam e perpetuam;
- tratamentos;
- estratégias de enfrentamentos;
- natureza das pessoas.
O estigma na epilepsia se dá em relação ao nome, de crenças e do não controle das crises. O estigma tem efeito negativo e é um fato real e comum em vários países. Este estigma pode ser denominado de real quando a situação impõe e percebido quando vem do sentimento do paciente.
É preciso ter claro que só a informação não basta é necessário o investimento em ações adequadas e atitudes positivas para se evitar estigmas.
- anormalidade do corpo - as marcas visíveis;
- culpa de caráter individual - como o alcoolismo e uso de drogas, entre outros;
-estigmas de raça e religião.
Em 2001 Reingold ampliou os tipos de estigma para:
- por comportamentos;
-anormalidades funcionais:
-doenças contagiosas;
- outros.
Os principais tipos de estigma podem ser visíveis, qualquer pessoa pode detectar, e invisíveis, necessita de conhecimento mais detalhado para visualiza-los.
Link & Phelan defendem 5 processos sociais como produtores de estigma:
- distinção das diferenças- rótulos;
- percepção da pessoa de que há algo de errado nela;
- separação dos " rotulados";
- discriminação;
- produção social do estigma.
Ablon já define outro modelo, em 5 dimensões:
- natureza da condição;
- fontes que criam e perpetuam;
- tratamentos;
- estratégias de enfrentamentos;
- natureza das pessoas.
O estigma na epilepsia se dá em relação ao nome, de crenças e do não controle das crises. O estigma tem efeito negativo e é um fato real e comum em vários países. Este estigma pode ser denominado de real quando a situação impõe e percebido quando vem do sentimento do paciente.
É preciso ter claro que só a informação não basta é necessário o investimento em ações adequadas e atitudes positivas para se evitar estigmas.
VA 20 - Como lidar com limitações: elas existem?
O professor Li Li Min aborda as dúvidas mais comuns relacionadas a limitações de pessoas com epilepsia. Aborda o tema com questionamentos e respostas.
- Pessoas com epilepsia podem praticar esportes? Alguns esportes não são recomendáveis e principalmente aos que não tem o controle da epilepsia. Esporte propicia vários aspectos positivos na redução das crises além de ser instrumento de interação social.
- Pessoa com epilepsia podem dirigir? Legislação prevê a possibilidade de solicitar habilitação, desde que esteja 2 anos sem crise. Mas, caso não tenha controle das crises e sofrer um acidente responderá a processo criminal.
- Pessoas com epilepsia podem casar? Em alguns países,por incrível que pareça, não! Aqui no Brasil não há proibição.
- Pessoas com epilepsia podem ter filhos? Não existe nada que impeça. Estudos comprovam que a grande maioria de filhos de mães portadoras de epilepsia não desenvolvem a doença.
- Pessoas com epilepsia podem trabalhar? Esta é uma questão de debate mundial. O trabalho não é proibido, desde que esteja adequado às condições de cada pessoa.
- Pessoas com epilepsia podem ter uma boa qualidade de vida? Este é o anseio de todas as pessoas, portadoras de epilepsia ou não.
- Pessoas com epilepsia podem estudar? Não só podem como devem!
Algumas limitações são justas e protegem as pessoas, outras são frutos da desinformação e geradoras de preconceitos e estigma.
VA 19 - Cidadania
Sabe-se que cidadania é um processo em construção pautado em direitos e deveres assumidos pelos sujeitos sociais e pelo Estado na direção de uma sociedade justa, livre e igualitária. É o fazer-se sujeito para fazer história própria e coletivamente organizada. Falar em cidadania é o mesmo que falar em igualdade e justiça social.
O processo de cidadania ,em pessoas portadoras de epilepsia ou nos grupos nos quais estão inseridas, se dá com os seguintes passos , acontecendo em ciclos:
- acesso ao conhecimento - conhecendo seus direitos pode-se tira-los do papel;
- tomada de decisões - individual - se fazer sujeito
- coletiva - cooperação, reorganização,parceria, comunicação contínua, atitudes coerentes;
- desenvolvimento de ações - via associações em grupos de trabalho, escola , comunidades.
O processo de cidadania ,em pessoas portadoras de epilepsia ou nos grupos nos quais estão inseridas, se dá com os seguintes passos , acontecendo em ciclos:
- acesso ao conhecimento - conhecendo seus direitos pode-se tira-los do papel;
- tomada de decisões - individual - se fazer sujeito
- coletiva - cooperação, reorganização,parceria, comunicação contínua, atitudes coerentes;
- desenvolvimento de ações - via associações em grupos de trabalho, escola , comunidades.
VA 16 - Leis e epilepsia
Esta VA trata da legislação sobre epilepsia, que são poucas e algumas até discriminatórias. São relatadas aqui propostas e ações de algumas entidades e associações que apoiam pessoas com epilepsia.
A Constituição Federal de 88, no art 196, afirma que saúde é direito de todos. Já na lei nº 8080/90, no art 2º, a saúde é um direito fundamental do ser humano.
Com o Projeto de Lei do Senado nº 467 de 2003 acrescenta Lupus e Epilepsia na redação da lei nº 8112 e permite a concessão de auxílio doença e aposentadoria por invalidez aos portadores de epilepsia , na lei 8213.
Vários projetos de lei foram apresentados nas esferas municipal, estadual e federal, porém poucos foram aprovados:
- 09 de setembro - desde 2003 é comemorado o Dia Municipal e Latino americano da Conscientização da Epilepsia;
- em 2004 aprovou-se a garantia aos meios terapêuticos reconhecidos;
- em Curituba - projeto contra a discriminação de pessoas portadoras de epilepsia;
- em Goiás - concessão de um salário mínimo para os incapazes de se sustentarem ou de serem sustentados;
- no Ceará - instituição de um programa de assistência integral às pessoas com epilepsia;
- Ação Nacional - já enviado ao governo federal , só falta a aprovação. Esta portaria quer instituir a estratégia de atenção à epilepsia.
A Constituição Federal de 88, no art 196, afirma que saúde é direito de todos. Já na lei nº 8080/90, no art 2º, a saúde é um direito fundamental do ser humano.
Com o Projeto de Lei do Senado nº 467 de 2003 acrescenta Lupus e Epilepsia na redação da lei nº 8112 e permite a concessão de auxílio doença e aposentadoria por invalidez aos portadores de epilepsia , na lei 8213.
Vários projetos de lei foram apresentados nas esferas municipal, estadual e federal, porém poucos foram aprovados:
- 09 de setembro - desde 2003 é comemorado o Dia Municipal e Latino americano da Conscientização da Epilepsia;
- em 2004 aprovou-se a garantia aos meios terapêuticos reconhecidos;
- em Curituba - projeto contra a discriminação de pessoas portadoras de epilepsia;
- em Goiás - concessão de um salário mínimo para os incapazes de se sustentarem ou de serem sustentados;
- no Ceará - instituição de um programa de assistência integral às pessoas com epilepsia;
- Ação Nacional - já enviado ao governo federal , só falta a aprovação. Esta portaria quer instituir a estratégia de atenção à epilepsia.
VA 15 - Epilepsia e trabalho
A epilepsia pode afetar as relações com o trabalho em três aspectos:
- biológicos - comprometimento funcional ocasionado pela epilepsia; tipo , frequência , severidade e imprevisibilidade das crises;efeitos da medicação
- mercado de trabalho - formal ou informal; medo dos empregadores; adequação à atividade; falta de crença em si mesmo
- estigma
A pessoa com epilepsia pode e deve trabalhar , desde que tenha os cuidados necessários para isso. Devemos lembrar que 70 a 80 % dos pessoas conseguem controlar as crises.
- biológicos - comprometimento funcional ocasionado pela epilepsia; tipo , frequência , severidade e imprevisibilidade das crises;efeitos da medicação
- mercado de trabalho - formal ou informal; medo dos empregadores; adequação à atividade; falta de crença em si mesmo
- estigma
A pessoa com epilepsia pode e deve trabalhar , desde que tenha os cuidados necessários para isso. Devemos lembrar que 70 a 80 % dos pessoas conseguem controlar as crises.
VA 12 - Epilepsia e escola
O que os alunos sabem sobre epilepsia?
Para responder a essa questão a professora Paula pesquisou e como resultado apenas 4 das 29 crianças com 10 anos de idade entrevistadas sabiam que a epilepsia era uma doença que enrola a língua e pode matar. Com esse resultado percebeu-se a importância de levar informações adequadas às pessoas, tanto professores quanto alunos, para se evitar a construção do preconceito e do estigma. As ideias mais comuns normalmente são as erradas.
O aluno com epilepsia precisa sentir-se inserido na escola. Quanto mais aceito ele for melhor suas chances de desenvolver-se plenamente. O papel social do professor é essencial neste processo. Colocando o aluno com epilepsia na condição de igualdade com os demais possibilita o desenvolvimento pleno de todos os alunos.
Para responder a essa questão a professora Paula pesquisou e como resultado apenas 4 das 29 crianças com 10 anos de idade entrevistadas sabiam que a epilepsia era uma doença que enrola a língua e pode matar. Com esse resultado percebeu-se a importância de levar informações adequadas às pessoas, tanto professores quanto alunos, para se evitar a construção do preconceito e do estigma. As ideias mais comuns normalmente são as erradas.
O aluno com epilepsia precisa sentir-se inserido na escola. Quanto mais aceito ele for melhor suas chances de desenvolver-se plenamente. O papel social do professor é essencial neste processo. Colocando o aluno com epilepsia na condição de igualdade com os demais possibilita o desenvolvimento pleno de todos os alunos.
VA 11 - transtornos cognitivos e epilepsia
O professor Li Li Min trara deste assunto desafiador resgatando a aulas dos módulos anteriores sobre cognição, aprendizagem e memória.
Esses transtornos cognitivos podem ser causados por:
- lesão estrutural;
- disfunção do tecido cerebral ocasionada pelas crises;
- efeito tóxico- medicamentoso;
- fatores psicossociais.
Eles podem influenciar:
- atenção;
- memória;
- aprendizagem;
- linguagem;
- funções executivas - raciocínio lógico, planejamento , flexibilidade.
Os fatores desencadeantes destes transtornos podem ser relacionados a:
- tipos de epilepsia;
- frequência das crises;
- idade de início;
- duração da epilepsia;
- drogas anti convulsivantes.
Esses transtornos cognitivos podem ser causados por:
- lesão estrutural;
- disfunção do tecido cerebral ocasionada pelas crises;
- efeito tóxico- medicamentoso;
- fatores psicossociais.
Eles podem influenciar:
- atenção;
- memória;
- aprendizagem;
- linguagem;
- funções executivas - raciocínio lógico, planejamento , flexibilidade.
Os fatores desencadeantes destes transtornos podem ser relacionados a:
- tipos de epilepsia;
- frequência das crises;
- idade de início;
- duração da epilepsia;
- drogas anti convulsivantes.
VA 8 - Transtornos comportamentais e epilepsia
Comportamentos inadequados qualquer pessoa pode apresentar, não apenas pessoas com epilepsia.
Os portadores com epilepsia podem apresentar , os seguintes comportamentos inadequados: birra, irritação,explosividade, agressividade, instabilidade de humor, dificuldade de relacionamento, hiperemotividade, dependência afetiva, depressão, psicoses, agitação, falta de atenção, hiperatividade infantil, queda ou elevação da libido, viscosidade ou medo.
A depressão é o mais comum transtorno relacionado à epilepsia e pode ser ocasionado pela frequência das crises, pela discriminação, pelo estigma, pela desemprego ou dificuldades escolares, por exclusão social ou poucas relações afetivas.
VA 7 - Epilepsia nas diferentes fases da vida: infância, adolescência e fase adulta.
Nesta VA foram abordadas as considerações específicas para cada fase da vida .
Durante a infância, que é um momento de grande desenvolvimento, a epilepsia pode ocasionar prejuízos acadêmicos, interpessoais e emocionais. Esses prejuízos podem ser amenizados ou acentuados de acordo com a ação da família e da escola.
Na adolescência, fase de grandes mudanças e questionamentos, existe um paradoxo entre o que o adolescente deseja e o que a epilepsia lhe permite. Todo adolescente deseja relacionamentos sociais e amorosos, autonomia e independência, mas pode sentir-se dependente de sua família, dos remédios e rejeitado por seus pares .
Na fase adulta a epilepsia pode ocasionar um desajuste familiar, profissional ou financeiro. Todos estes desajustes vem da estigmatização.
Em todas as fases da vida o diagnóstico pode levar a desajustes. Percebe-se que as informações inadequadas levam a comportamentos inadequados e ao estigma.
Durante a infância, que é um momento de grande desenvolvimento, a epilepsia pode ocasionar prejuízos acadêmicos, interpessoais e emocionais. Esses prejuízos podem ser amenizados ou acentuados de acordo com a ação da família e da escola.
Na adolescência, fase de grandes mudanças e questionamentos, existe um paradoxo entre o que o adolescente deseja e o que a epilepsia lhe permite. Todo adolescente deseja relacionamentos sociais e amorosos, autonomia e independência, mas pode sentir-se dependente de sua família, dos remédios e rejeitado por seus pares .
Na fase adulta a epilepsia pode ocasionar um desajuste familiar, profissional ou financeiro. Todos estes desajustes vem da estigmatização.
Em todas as fases da vida o diagnóstico pode levar a desajustes. Percebe-se que as informações inadequadas levam a comportamentos inadequados e ao estigma.
VA 4 - Epilepsia : recapitulando
Nesta VA é feita uma recapitulação de algumas aulas vistas anteriormente tratando-se dos seguintes aspectos:
- o que é epilepsia;
- características da epilepsia;-
- tipos de epilepsia;
- diagnóstico;
- tratamento;
- como reconhecer;
- o que fazer durante e depois da crise.
- o que é epilepsia;
- características da epilepsia;-
- tipos de epilepsia;
- diagnóstico;
- tratamento;
- como reconhecer;
- o que fazer durante e depois da crise.
VA 3 - Introdução ao tema e ao módulo
Nesta VA o Prof Li Li Mn faz uma introdução ao módulo 4 abordando, brevemente, os temas que serão tratados.
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