O conceito de estigma atualmente utilizado é o descrito por Goffman . Para ele existem três tipos de estigma:
- anormalidade do corpo - as marcas visíveis;
- culpa de caráter individual - como o alcoolismo e uso de drogas, entre outros;
-estigmas de raça e religião.
Em 2001 Reingold ampliou os tipos de estigma para:
- por comportamentos;
-anormalidades funcionais:
-doenças contagiosas;
- outros.
Os principais tipos de estigma podem ser visíveis, qualquer pessoa pode detectar, e invisíveis, necessita de conhecimento mais detalhado para visualiza-los.
Link & Phelan defendem 5 processos sociais como produtores de estigma:
- distinção das diferenças- rótulos;
- percepção da pessoa de que há algo de errado nela;
- separação dos " rotulados";
- discriminação;
- produção social do estigma.
Ablon já define outro modelo, em 5 dimensões:
- natureza da condição;
- fontes que criam e perpetuam;
- tratamentos;
- estratégias de enfrentamentos;
- natureza das pessoas.
O estigma na epilepsia se dá em relação ao nome, de crenças e do não controle das crises. O estigma tem efeito negativo e é um fato real e comum em vários países. Este estigma pode ser denominado de real quando a situação impõe e percebido quando vem do sentimento do paciente.
É preciso ter claro que só a informação não basta é necessário o investimento em ações adequadas e atitudes positivas para se evitar estigmas.

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